RUPUBLICA RIO GRANDENSE

O GIGANTE ACORDOU! VEM PRA RUA TU TAMBÉM!

REPÚBLICA RIO GRANDENSE

AMIGOS GAÚCHOS E BRASILEIROS, O BRASIL ACORDOU, E EU AMANHECI MAIS BRASILEIRO DESTA VEZ. O GIGANTE ACORDOU E VAMOS LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS, CUSTE O QUE CUSTAR. LEMBREM-SE QUE ESTE MOVIMENTO QUE HOJE ALCANÇA TODA A NAÇÃO BRASILEIRA COMEÇOU AQUI EM NOSSA CAPITAL, A CAPITAL DOS GAÚCHOS E SE ESTENDE POR TODO O BRASIL. O GIGANTE ACORDOU E VIVA O BRASIL, VIVA OS PROTESTOS, VIVA A MUDANÇA!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Um pouco mais de História...

Tenho postado neste blog muitas coisas que considero importante. Tenho encontrado um excelente material em outros blogs e páginas de sites com relação aom nosso Rio Grande do Sul.

Quero dar a oportunidade que pessoas que desconheçam a nossa verdadeira história, que entrem neste blog e aprendam um pouco mais sobre nós Gaúchos.

Vou buscar um pouco mais de informações como as revoluções depois do período da Guerra dos Farrapos, pois se bate muito nesta tecla e se esquece que houveram outras muito importantes(não mais que esta, mas com grande influência).

Maragatos e Chimangos(ou Pica-Paus) não serão esquecidos.

Peço a contribuição de todos para trazermos muito conhecimento para este Blog.

Com relação ao SEPARATISMO, sou totalmente a FAVOR, pois passados tantos anos, continuam iguais as atitudes do "Brazil" com nosso Rio Grande do Sul.

Este é um sonho que pretendo ve-lô realizado.

Estas opiniões são minhas e quem se identificar com este ideal, comente o assunto, vamos debater de forma a chegarmos a conclusões se é a melhor solução para todos os Gaúchos.

Existem vários movimentos separatistas com os quais simpatizo, entre eles:

Movimento o Sul é meu pais .
MRR - Movimento República Rio-Grandense .
República Federativa do pampa.
Me despeço com uma frase de Bento Gonçalves:
" ...Usai moderação depois do triunfo . O menor insulto às pessoas e bens de vossos inimigos será uma mancha em vossa glória... "

Batalha do Seival

O coronel legalista João da Silva Tavares tinha se refugiado no Uruguai, depois de reveses que sofreu em combates isolados. Voltou para a Província em setembro de 1836, comandando uma força de 560 homens, a maior parte recrutada entre rio-grandenses no exílio. Bem armado, Tavares provocou os farroupilhas, passando pela região de Bagé, território guarnecido pela tropa do coronel Antônio de Souza Netto, formada por 430 soldados, muitos dos quais eram uruguaios.
No dia 10 de setembro, os inimigos se encontraram nas margens do Arroio Seival. Apesar do menor número, os farrapos, investindo com espadas e lanças contra os inimigos, destroçaram a força legalista. O coronel Tavares teve uma perna ferida, mas o pior aconteceu com seus soldados: 180 mortos, 60 feridos e 116 presos. As perdas farroupilhas foram mínimas.
Apesar da experiência e da valentia, Silva Tavares poucas vezes venceu um combate, embora sempre pronto para a luta. Derrotado, levou o que sobrou da tropa para a região do Rio Camaquã. A batalha do Seival proporcionou aos rebeldes um dos maiores feitos de toda a Guerra dos Farrapos. Essa façanha de Antônio de Souza Netto foi cantada em versos populares:

“No dia 10 de setembro
Lá nos campos do Seival
Foi derrotada a soberba
Dos barbudos do Erval

O dia 10 de setembro
Foi um dia soberano
Em que no Seival soou
O grito republicano”.

Nasce a República Rio Grandense

Entre os rebeldes farroupilhas, os mais ardorosos republicanos eram Joaquim Pedro Soares e Manoel Lucas de Oliveira. No combate do Seival, eles lutaram como oficiais do então coronel Antônio de Souza Netto. Com a euforia da vitória obtida contra a tropa de Silva Tavares, os dois republicanos conseguiram convencer Netto a tomar uma das atitudes mais polêmicas da Guerra dos Farrapos.
Nem Bento Gonçalves nem Netto eram republicanos. Mas, a cada dia, este odiava ainda mais o império brasileiro, que se negava a conceder direitos aos revolucionários farroupilhas. Também eufórico com a vitória do Seival, Netto aceitou a argumentação dos seus oficiais. No dia 11 de setembro de 1836 (há 172 anos), no Campo dos Meneses, sem consultar outros líders farrapos, Netto reuniu a tropa e leu a proclamação histórica:

“Bravos companheiros da Primeira Brigada de Cavalaria!
Ontem obtivestes o mais completo triunfo sobre os escravos da Corte do Rio de Janeiro, a qual, invejosa das vantagens locais da nossa Província, faz derramar sem piedade o sangue dos nossos compatriotas para, deste modo, fazê-la presa das suas vistas ambiciosas.
Camaradas! Nós, que compomos a Primeira Brigada do exército liberal, devemos ser os primeiros a proclamar, como proclamamos, a independência desta Província, a qual fica desligada das demais do Império, e forma um Estado livre e independente, com o título de República Rio-Grandense, e cujo manifesto às nações civilizadas se fará competentemente.
Camaradas! Gritamos pela primeira vez:
Viva a República Rio-Grandense!
Viva a independência!
Viva o exército republicano rio-grandense!”

No dia seguinte, junto ao Rio Jaguarão, Netto e 52 oficiais e sargentos assinaram a ata da proclamação da República. Começava uma nova fase no episódio farroupilha, um ano depois de iniciada a Guerra dos Farrapos.
Em 5 de novembro de 1836, a Câmara Municipal de Piratini proclamou a independência do Rio Grande do Sul,elevando a província à categoria de Estado livre, constitucional e independente, podendo as demais províncias ligarem-se a ele.

A Revolução Farroupilha

O movimento político-militar vai de 19 de setembro de 1835 a 11 de setembro de 1836. Era a revolta de uma província contra o Império da qual fazia parte. A 11 de setembro, proclamava-se a República Rio-Grandense e já não se pode falar em revolução, mas guerra, a luta aberta entre duas potências políticas independentes e soberanas: uma república de um lado e um Império de outro.
A Revolução Farroupilha irrompeu a 19 de setembro de 1835, quando os liberais, depois de inúmeras conspirações, sobretudo dentro das lojas maçônicas, partiram para a deposição do presidente Antônio Fernandes Braga, sustentando que este violava a lei e deveria ser substituído.
Os farroupilhas Gomes Jardim e Onofre Pires desbarataram a Guarda Municipal (núcleo inicial da futura Brigada Militar do Estado), vindos do morro da Glória, e Fernandes Braga foge para o porto de Rio Grande, abandonando Porto Alegre. A 20 de setembro, Bento Gonçalves da Silva, vindo de Pedras Brancas (Guaíba) entra, triunfante, na Capital e, na ausência dos três primeiros vice-presidentes, empossa no governo o 4º presidente, Dr. Marciano Pereira Ribeiro, nomeando como Comandante das Armas o Cel. Bento Manoel Ribeiro, homem de personalidade difícil e caprichosa e sem convicção liberal, seguidor de seus próprios interesses, através dos quais se uniram os farroupilhas, no início do movimento.
É ainda Bento Gonçalves que consegue, com o Rio de Janeiro, a nomeação do novo presidente, o deputado José Araújo Ribeiro, que assustado com a efervescência de Porto Alegre, resolveu, ao chegar do Rio de Janeiro, empossar-se em Rio Grande. Foi o bastante para que os farroupilhas, mais exaltados, retirassem-lhe o precário apoio. Bento Ribeiro troca de lado, voltando a servir o Império e, para seu posto, é nomeado o Major João Manoel de Lima e Silva, enquanto o Dr. Mariano Pereira Ribeiro foi mantido pela Assembléia Providencial como Presidente.

FAGUNDES, Antônio Augusto. Cartilha da história do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Martins
Livreiro, 1986.

A Guerra dos Farrapos

A facção republicana dos farroupilhas, que não era majoritária, impôs-se às demais diante do fato consumado. Bento Gonçalves da Silva nem teve tempo de discutir o assunto da Proclamação da República porque, dirigindo-se ao encontro de Souza Neto, foi derrotado em pleno Jacuí, na ilha do Fanfa, e aprisionado junto com vários companheiros, sendo remetido para a fortaleza de Santa Cruz, Rio de Janeiro.
A vocação brasileira dos republicanos rio-grandenses fica bem evidenciada pela expedição à Santa Catarina, onde proclamaram a República Juliana, e pela recusa sistemática de receber recursos humanos dos países platinos para combater o Império do Brasil.
Ao longo das vicissitudes da guerra, muitas vezes carregando a Capital da República, o Tesouro Nacional e até a Imprensa Oficial no lombo, os farrapos organizaram o Exército (Cavalaria, Infantaria e Artilharia), a Marinha de Guerra e a Polícia. Montaram um sistema fiscal adequado, sem que se verificassem requisições escandalosas ou esbrulhos. Construíram escolas públicas, cidades, estradas e pontes e, mais do que isso, a economia do Estado, centrada no charque e na exportação do gado em pé, não sofreu maiores abalos. Certamente, graças a estes méritos que não houve lesões profundas com o Brasil, nem ódios acirrados, os rio-grandenses terminaram por conseguir, através do Barão de Caxias, uma paz altamente honrosa, verdadeira vitória, celebrada em igualdade de condições de potência a potência.
Os encontros armados entre as duas nações em luta foram numerosos ao longo dos nove anos. Basta, para o presente estudo, dizer que foram escaramuçadas, combates, cercos e batalhas (quando entram em ação a Cavalaria, Infantaria e Artilharia) em terra. No mar, na Lagoa dos Patos e nos rios houve inúmeros combates navais, onde brilhou, em ação, a Marinha Republicana.

FAGUNDES, Antônio Augusto. Cartilha da história do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Martins
Livreiro, 1986.

Orgulho de ser Gaúcho

Antonio de Souza Netto - General Netto

Nosso único Presidente




Perenidade

A República Rio-grandense está simbolicamente perenizada na bandeira e no brasão do estado do Rio Grande do Sul, da mesma forma que outros estados brasileiros mantiveram em seus símbolos cívicos evocações a feitos relevantes. Seu território derivou de cisão parcial da Província de São Pedro do Rio Grande, que teve seus limites definidos em relação ao Uruguai somente após o final da Guerra dos Farrapos. Após a proclamação da República brasileira, todo o território da Província passou a constituir uma das unidades federativas brasileiras: o estado do Rio Grande do Sul. Hoje há 27 unidades federativas.


Questionamento sobre o Documento do Tratado de Poncho Verde


Numa hipótese de nulidade do Tratado de Poncho Verde , por inexistência formal ou incompetência dos signatários, a República remanescente nos dias posteriores careceria de soberania, pois não detém os requisitos que a legitimem :

Não detém o monopólio da força, já que deixou de ter Exército próprio : sedia o comando militar do sul, do Exército Brasileiro.

Sua administração não é independente da União, dentro do pacto federativo brasileiro. e tampouco houve posterior indicação ou eleição de outro presidente nacional desta República para além de Bento Gonçalves da Silva e Gomes Jardim.

Finalmente, os habitantes do território se declaram brasileiros e participam da vida política brasileira . carecendo assim do terceiro elemento fundamental para a existência legítima de qualquer Estado nacional.

Fonte: Wikkpédia .

Este último não condiz com a realidade, muitos gaúchos não querem mais ser brasileiros, e querem sim a separação

Nossa Bandeira

Seria a solução um Partido?

Como criar um partido politíco:

1.aquisição da personalidade jurídica do partido, que é feita através do registro do estatuto no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas, da Capital do Distrito Federal. O requerimento deve ser subscrito pelos seus fundadores, cujo número não poderá ser inferior a 101 eleitores, com domicílio eleitoral em no mínimo um terço dos estados; Personalidade, é claro. 101 eleitores num terço de estados é muito fácil. Estamos na internet e corre a lenda alguns sites acessados até por pessoas localizadas no imaginário estado do Acre. Globalização manda.

2.buscar o apoiamento de eleitores correspondente a pelo menos:
a) ½ (meio por cento) dos votos dados na última eleição geral a Câmara dos Deputados, não computados brancos e nulos. Hoje seriam aproximadamente 228.000 assinaturas;

b) distribuídos por 1/3 (um terço) ou mais, dos estados; equivale a 9 estados;

c) com um mínimo de 1/10% (um décimo por cento) do eleitorado que haja votado em cada um deles. Hoje seriam aproximadamente 4.700 assinaturas, no estado do Paraná.A parte difícil é conseguir a quantia de assinaturas por estado. Mas nada que alguma algazarra a favor da informática em cursos de Computação não resolva.

3.O partido político, após adquirir personalidade jurídica na forma da lei civil e se organizar em cada estado, deverá registrar seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral.

É só após o registro definitivo do seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral que o partido político adquire o direito de credenciar delegados que representem o partido; de receber recursos do fundo partidário; de participar do processo eleitoral; de ter acesso gratuito ao rádio e televisão nos casos previstos nas leis; e ainda de ter direito exclusivo ao uso de seu nome, sigla
A Revolução Farroupilha (Por Marcos Emílio Ekman Faber)

A Revolução Farroupilha foi a mais longa guerra civil da história brasileira, durando de 1835 até 1845, foram dez anos de batalhas entre Imperialistas e Republicanos, os primeiros defendiam a manutenção do império e os segundos lutavam pela proclamação da república brasileira.

Porque aconteceu...

No final do século XVIII, era apresentado ao mundo os ideais iluministas e liberais.
Na Europa a burguesia francesa acendia ao poder após a Revolução, e na América, os norte-americanos conhecem a independência, após longa batalha.
Os iluministas e os liberais pregavam a liberdade e a igualdade, a livre iniciativa e a propriedade privada. Estas idéias não tardaram em chegar ao Brasil e no início do século XIX, a monarquia brasileira passava a ser vista como atraso ao desenvolvimento, principalmente para a burguesia que se formava. Aconteceram diversas revoltas em todo o país e no sul estoura a Revolução Farroupilha.

Como começou a revolução...

As idéias de autonomia e federalismo, encantam a elite brasileira e ganham força ao natural na província de Rio Grande de São Pedro do Sul.
A distância do poder central, a condição de produtor de alimentos, os elevados impostos pagos ao império e a recente vivência de guerras impulsionaram o estado gaúcho a não aceitar a submissão que lhe era imposta.
A elite rural gaúcha cansada dos desmandos do centro do país e do descaso político se rebela.

A Revolução

No dia 20 de setembro de 1835 os farrapos marcham sobre Porto Alegre, tomando o poder da cidade. No dia seguinte Bento Gonçalves, líder do levante, entra triunfante na capital. Dá posse ao vice-presidente da província, Marciano Ribeiro, e declara: "em nossas mãos, a oliveira substitui a espada", acalmando a população.
Alguns dias depois o estado está em mãos farroupilhas, somente Rio Pardo, São Gabriel e Rio Grande ficam em poder do império.

No dia 15 de julho de 1836, os imperialistas reconquistam Porto Alegre. Bento Gonçalves, líder dos farrapos, tenta a reconquista da capital mas é frustrado após três horas de luta, foi uma derrota decisiva, a capital nunca seria reconquistada pelos revolucionários.
Em 09 de setembro de 1836, ocorre a primeira grande batalha, Antônio de Souza Netto, a figura mais respeitada das forças farroupilhas depois de Bento Gonçalves, vence as tropas imperiais na Batalha do Seival. A vitória sobre os imperiais foi tão entusiasmante, que Netto, instigado pelos liberais exaltados, toma uma decisão: proclama a República Rio-Grandense, separando o estado gaúcho do Brasil. Estava finalmente declarado o caráter revolucionário do movimento farroupilha.

Em 02 de outubro, na batalha de Fanfa, os farroupilha são derrotados. Bento Gonçalves e outros oficiais farroupilhas são presos. Bento é enviado como prisioneiro para o Rio de Janeiro. Lá conhece o italiano Garibaldi que adere ao movimento farroupilha mudando-se para o sul.
As forças imperiais, acreditando que a revolta havia sido sufocada, oferece anistia aos derrotados. Mas Antônio de Souza Netto, agora líder absoluto do movimento, mantém-se rebelado.
Em 05 de novembro de 1836, a câmara municipal de Piratini oficializa a proclamação da República Rio-Grandense. Mesmo preso Bento Gonçalves é declarado presidente do novo país, o vice nomeado é José Gomes Jardim, que assume interinamente.
Em outubro de 1837, Bento Gonçalves foge da prisão e em 16 de dezembro assume a presidência da República.

O ano de 1838, é ruim para os rebelados, os farroupilhas não tem sucesso na reconquista de Porto Alegre e Rio Grande e sofrem importantes baixas.
Em 1839, Giuseppe Garibaldi e Davi Canabarro conquistam as cidades catarinenses de Laguna e Lages, e proclamam a "República Catarinense", ou "República Juliana". Em 15 de novembro os farrapos são surpreendidos e Laguna é reconquistada pelos imperiais. As embarcações rebeldes são destruídas, somente Garibaldi escapa. A cavalaria de Canabarro foge pelo litoral escondendo-se em Torres.

De 1840 em diante dois terços do exército brasileiro está no estado. Em 1843, em sua ofensiva final, o exército brasileiro tem 11.400 combatentes.
Em primeiro de março de 1845, os imperialistas, liderados por Duque de Caxias e os republicanos farroupilhas assinam a paz de "Ponche Verde", declarando fim aos conflitos.

Principais pontos assinados no tratado de paz:

O império pagaria as dívidas do governo republicano;
Os oficiais republicanos são incorporados ao exército brasileiro;
Eram declarados livres todos os escravos que tinham lutado nas tropas republicanas;
Seriam devolvidos todos os prisioneiros de guerra;
Foram elevadas as taxas alfandegárias para importação do charque estrangeiro, o que favoreceu ao charque gaúcho.

Pós Guerra

Antônio de Souza Netto muda-se para o Uruguai;

Davi Canabarro luta ao lado das forças brasileiras na Guerra do Paraguai;

Giuseppe Garibaldi retorna à Itália e

Bento Gonçalves morre dois anos após a guerra.

Curiosidades

A expressão "tchê", uma das mais típicas do linguajar gaúcho, é de origem guarani. Tendo o sentido de "meu".

A Erva Mate, também uma herança indígena, chegou a ser condenada pelos padres Jesuítas, pois "o demônio, por meio de algum feiticeiro, inventou-a", diziam eles. A cuia era muito parecida com a usada hoje, mas o mesmo não se pode dizer da bomba que era feita de bambus.

A palavra "gaúcho" inicialmente designava os ladrões de gado e os malfeitores - "os homens sem lei e sem rei". Eram os "guacho", que significa "órfão" e refere-se aos filhos de índia com o branco espanhol ou português. Somente em meados do século XIX o termo deixou de ser depreciativo.
A
população do Rio Grande do Sul em 1814 era de 70.656 pessoas, sendo que destes, 20.611 eram escravos. A população de Porto Alegre era de 6.111 habitantes. A maior população do Estado estava na cidade de Rio Pardo com 10.445 pessoas.

Entre 1824 e 1830, chegam 5.350 imigrantes alemães que se espalham pela região de São Leopoldo.

Entre 1831 e 1840, período entre a abdicação de Dom Pedro I e a maioridade de Dom Pedro II, o Brasil é governado por regentes, dentre os quais se destaca o Padre Feijó. Foi neste período que eclodiram divérsas rebeliões, inclusive a Revolução Farroupilha.